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Número de seções de votação nas zonas eleitorais diminui nas maiores cidades do Sul de MG

A diminuição do número de eleitores e a disponibilidade de um menor número de urnas eleitorais são as razões apresentadas para a diminuição do número de seções eleitorais nas cidades de Poços de Caldas (MG), Pouso Alegre (MG) e Varginha (MG) nas eleições municipais 2020.

A maioria dos locais de votação não mudou. Algumas salas de votação é que foram alteradas.

Poços de Caldas
A cidade de Poços de Caldas possui duas zonas eleitorais: 350 e 222. Na primeira, são 70.100 eleitores que votarão em 183 seções.

Segundo o técnico judiciário Leandro Vital houve uma redução de 40 seções em relação a eleição passada. “Nesta eleição, teremos 40 seções a menos. Eram 223. Tudo é determinado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). É ele que define a quantidade de urnas eletrônicas”, diz.

Ele afirmou ainda que o TSE faz um estudo e, se não forem atendidas algumas regras que a gente tem que observar, como número menor que 50 eleitores na seção, ela será agregada a outra. “É feito um estudo do quantitativo de eleitores para adequar aos parâmetros da legislação”, explicou Leandro.

Outros fatores citados por Leandro que influenciam no número são a mudança entre zonas eleitorais, falecimento de eleitores e os jovens que alcançam idade para votar, mas não tiram seus títulos.

Já na zona eleitoral 222, são 70.226 eleitores de Campestre (MG), Bandeira do Sul (MG) e parte da cidade de Poços de Caldas, que votarão em 192 seções. Destas, 67 seções estão em Campestre e Bandeira do Sul.

Segundo a analista judiciária, Lívia Stela, 80 seções foram agregadas. Ela explica que os locais de votação não mudaram, apenas algumas salas em que o eleitor votará foram trocadas.

Mudanças de locais

Mas para as eleições de 2020, a zona eleitoral 222 mudou alguns endereços de votação nas cidades de Bandeira do Sul (MG), Campestre (MG) e Poços de Caldas (MG). Segundo Lívia, em Bandeira do Sul, todos os eleitores que votavam na Escola Estadual José Bandeira de Carvalho votarão no Centro Municipal de Educação Infantil Luiz Carlos Viana que fica próximo à rodoviária. “O local teve que mudar porque a escola passa por reformas”, explicou.

Em Campestre (MG), quem votava no Ginásio Poliesportivo passará a votar em outras escolas da cidade. Segundo a analista judiciária, o local “apresentava problemas estruturais” e as seções foram distribuídas em outros pontos de votação da cidade.

Lívia comenta que em Poços de Caldas, oito seções do Colégio Municipal Doutor José Vargas de Souza foram transferidas para o Colégio Pitágoras – que estreia como local de votação. “O colégio municipal foi desafogado. Ele é o nosso maior colégio de eleitorado e tinha 30 seções. Tinha um movimento muito grande de pessoas, carros… De tudo”, contou.

Pouso Alegre

A seção 227, que compreende os municípios de Pouso Alegre (MG), Borda da Mata (MG), Senador José Bento (MG) Congonhal (MG) e Tocos do Mogi (MG), possui 135 mil eleitores e cerca de 320 seções.

Para o chefe do cartório de Pouso Alegre, Milton Gonçalves Júnior, quase 30 seções foram suprimidas. “Houve readequação de algumas seções porque não foram licitadas urnas a tempo. Houve uma agregação de duas ou mais seções com poucos eleitores na mesma localidade. Foram menos de 30 seções suprimidas”, contou.

Varginha

A zona eleitoral 281, que compreende as cidades de Varginha (MG), Elói Mendes (MG) e Carmo da Cachoeira (MG), possui 128.608 eleitores e 276 seções. Segundo a analista judiciário administrativo Cláudia Barcelos Campos, houve uma redução de 19 seções.

“Como o TSE não adquiriu novas urnas este ano, tivemos que agregar 19 seções a outras. O número de seções original era 295. Não havia urnas para todas as seções”, disse.

Atraso na licitação

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) afirmou em nota que possui urnas suficientes para a votação em todas as seções eleitorais. Também explicou que foi recomendada “a agregação de algumas seções eleitorais em cada município para garantir uma quantidade boa de urnas reservas”.

Ainda segundo o Tribunal Regional Eleitoral, houve um atraso na aquisição de novas urnas por problemas na licitação. Esses novos equipamentos substituiriam os modelos 2006 e 2008 que foram descartados por atingirem 10 anos de uso.

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