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Operação de combate ao crime organizado prende pelo menos 28 pessoas no Sul de Minas

Segundo Ministério Público, “Operação Argos” combate organizações criminosas ligadas a roubos, explosões de caixas, homicídios, tráfico de drogas e rebeliões.

Pelo menos 28 pessoas foram presas durante uma operação de combate ao crime organizado na manhã desta terça-feira (8) em cinco cidades do Sul de Minas. Segundo o Ministério Público, a “Operação Argos”, como foi nomeada, tem o objetivo de combater organizações criminosas ligadas a roubos, explosões de caixas eletrônicos, homicídios, tráfico de drogas e rebeliões. Conforme as investigações, o grupo arquitetava os crimes de dentro da Penitenciária de Três Corações.

Ainda de acordo com o MP, a operação foi realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), núcleo Varginha (MG), com apoio da Polícia Militar. Ao todo, as denúncias abrangem 124 crimes.

Foram cumpridos 20 mandados de busca e apreensão e 28 mandados de prisão preventiva nas cidades de Três Corações, Varginha, Cambuquira, Boa Esperança e Carmo da Cachoeira. Anteriormente, 25 pessoas já haviam sido presas, totalizando 53 prisões durante 11 meses de investigação.

“[Uma organização que] se dedica a explosões de caixas eletrônicos, roubos, homicídios, tráfico de drogas interestadual e, inclusive, para o interior da Penitenciária Regional de Três Corações”, afirma Igor Serrana Silva, promotor do Gaeco.

Além das prisões foram apreendidas maconha, crack, cocaína, armas, munições e explosivos. Mais de 100 policiais militares e três promotores de justiça participaram da ação. Uma aeronave e 26 viaturas também foram utilizadas na operação.

“Houve um veículo apreendido, que era usado para o tráfico e cometimento de outros delitos, levantamento de informações do grupo criminoso. Tablets, celulares, balança de precisão usada para o tráfico, bem como celulares, que eram usados para comunicação entre os criminosos e [para] articular os delitos que eles praticavam”, disse o tenente-coronel Juliano Santana da Silva, da Polícia Militar.

Os suspeitos foram levados para a sede do Ministério Público em Três Corações. Eles podem responder pelos crimes de receptação, porte de armas, tráfico de drogas e organização criminosa.

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